Como superar uma crise e evitar que vá de mal a pior?

Como superar uma crise e evitar que vá de mal a pior?

  1. A confiança entre familiares e amigos admite à-vontade no trato; mas faltar ao respeito é abusar da confiança. Concordam? Então, devemos praticar em família o mesmo trato delicado (de boa educação!) que praticamos com estranhos: «bom dia»; «se faz o favor»; «obrigado»; «com licença»…
  2. Acresce que esse trato constitui uma medida preventiva para que as relações pessoais não cheguem à rutura na hora da crise. Com efeito, a formalidade habitual permite que as pessoas se continuem a relacionar entre si nesse momento, não disfarçando a frieza do trato, mas sem agravarem a situação com comportamentos inapropriados. Constituem por isso um suporte para evitar que uma crise vá de mal a pior, isso enquanto.., enquanto não surge o momento oportuno para a reconciliação.
  3. E como é o gesto da reconciliação? Não se justifica que nos compliquemos: basta que surja a oportunidade de nos podermos sinceramente dizer algo como «mas… eu gosto de ti!», onde esse «mas» adversativo o diz tudo: diz que aconteceu o que aconteceu; que teria sido melhor que não tivesse acontecido; que haveria motivo para muita coisa, mas… «eu gosto de ti!».